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Dossiê
Adão e Eva
O Dossiê
Adão e Eva é o primeiro romance
de Celso Leopoldo Pagnan. O autor, Doutor em Letras
pela Unesp, é professor de literatura há
mais de 20 anos. Atua no ensino médio e superior.
É co-autor de Prática de Texto:
leitura e redação, condensou e adaptou
diversas obras literárias de José de
Alencar entre outros escritores, pela Editora Rideel.
Ganhou o prêmio Ensaio da
Biblioteca Nacional, por um trabalho comparativo entre
as obras indianistas de José de Alencar e Machado
de Assis.
A história
do livro é, na maior parte, ambientada em São
Paulo. Há diversas referências a momentos
da história brasileira e portuguesa, simbologia
religiosa e pagã, bem como referências
a obras de arte e análise contextualizada de
acordo com o desenrolar do enredo.
Inicia
com a morte de dois geneticistas brasileiros. Ambos
sofrem misteriosos acidentes de carro. O caso não
despertaria maior atenção se não
houvesse outros acontecimentos criminosos ligados
a laboratórios e pesquisadores. A Interpol
e a Polícia Federal Brasileira entram no caso.
De um
lado, está uma organização científico-religiosa,
que defende uma reorganização mundial
com base na experimentação genética,
na clonagem; do outro, uma organização
político-religiosa, que tem como meta dois
pontos: revalorização da Igreja Católica
e luta contra a clonagem e meio de pesquisas que possam
contrariar o pensamento religioso mais radical. Para
tanto, unem-se a um grupo que pretende recuperar a
monarquia como sistema político no Brasil.
No meio
do choque de ideais está a polícia,
representada pelo delegado da PF, Antonio Chesca,
cujo objetivo maior é saber quem foram os responsáveis
pelos crimes e a motivação.
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um trecho do livro.
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